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duende@divagacoes.org

As crenças e seus opostos

O ser humano crê. A realidade vêm sendo descrita de acordo com modelos e sistemas de crenças nos quais o Eu está estabelecido.

Crer significa desconhecer, pois separa-se aquilo que se crê do seu oposto, adotando como verdadeiro tanto um quanto outro. Assim como a luz sobre um objeto cria sua sombra, a crença estabelecida pelo homem cria um oposto complementar. A técnica chamada Anátema busca a união com este oposto complementar de uma crença estabelecida como forma de libertar o praticante dos guilhões da crença original.

Ao fazê-lo, toda a energia contida na crença original será liberada como crença livre.

Neither-neither. Um novo foda-se

Se a crença pode ser usada como um instrumento, como uma meta-crença, então tanto pode um ser humano acreditar em algo quanto em seu oposto.

Um novo foda-se. Assim tanto faz, nem uma crença nem o seu oposto são em si mesmas o objetivo daquele que crê.

Nem uma coisa nem outra, tanto faz.

Ai está a fórmula, desvelada.

“Nem uma coisa nem seu oposto” une os opostos aniquilando-os. 1 – 1 = 0. Tanto faz, já que nem uma crença nem o seu oposto são verdades absolutas, tanto uma quanto outra podem ser foco da crença humana.

Assim aquela energia que seria gerada pelo demônio da crença em descontrole se torna uma crença livre. A crença pode então ser levada para alimentar o Servidor.

Neither Neither

fonte: http://www.magiadocaos.org

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