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duende@divagacoes.org

Koala !


Hoje, dia 8 de março – 26 de março é o dia pan-galático dos Kiwis Novazelandenses então uma salva de palmas para eles. o/


Em comemoração a este dia festivo, hoje trataremos de um assunto super na moda: Egregoras !


Mas tio, o que é uma Egregora?

Nada tema escoteiro mirim, vamos pensar o seguinte:


Imagine um copo de água e uma jarra vazia em sua frente. Conclua que você deve colocar água dentro da jarra.

Agora chame seus amiguinhos e de a cada um deles um copo com água para fazer o mesmo.

Agora distribua um copo de água para cada chinês no planeta, e faça com q eles coloquem água na jarra pelas próximas centenas de anos.


** Atenção o exemplo acima não deve ser feito, estamos tentando evitar maremotos **


A questão é basicamente essa, agora troquem a água por energia, e a jarra por uma idéia, ideal, divindade ou caralhoaquatro que seja e tcharam: Nasce uma Estrela, Egregora.


Mas e aí, o que a gente faz com ela? o_O


Olha você faz o que você quiser, porque eu acredito q o que se passa entre um homem e uma mulher, um homem e outro homem, ou um homem e uma egregora é algo que só diz respeito a ambos.


 –Pow, dá uma sugestão pelo menos né caramba!

Ok ok… bom use a egregora para os seus trabalhos que tenham por finalidade- adivinhe – o caráter da egregora. Acesse essa energia para o seu auxílio.

 

Outrora em minha infância, O papa Gregório de Matos, falou: caros amigos, se Deus não existia no começo, nós o criamos depois de tanto esforço.

E dizem que o camarada Capetovsk também.


Mas ai, eis que surgem considerações realmente interessantes: quantas Egregoras têm por aí?…..o_O

É possível criarmos uma nova? Claro que sim :D. Vá em frente, e não deixe de comentar como estas indo. 

 

Por fim, acho que precisamos deixar uma coisa clara a esta altura do campeonato:

Está na hora de riscarmos o termo impossível de nossas mentes.

Magista, faça acontecer.

 

Embarque para vôo 715 – agora no saguão 3.

Fui.

This Post Has 9 Comments
  1. Murilo Obrigado pelo comentário ^^.
    Porém, perceba:

    1- Em que parte do meu post eu afirmei o contrário?

    2- Suponha agora que eu estou afirmando o contrário. Alias, não suponha: Estou afirmando o contrário. Você provar que isso é falso, ou que vc afirma verdadeiro?

    3- Em tempo: Qual sua definição de pessoa e era? :).

    Abraços ^^.

  2. Olá luiz ^^

    Elemental artificial ? Acho que não entendi o que você quis dizer, principalmente no quesito elemental.
    Artificial? Dificil dizer, qual seria o oposto? O que é natural? Se considerar que a esmagadora maioria de egregoras são criadas não-intencionalmente… são elas mais ou menos artificiais?

    O que define a força de uma egregora e o numero de pessoas que direcionam (intencionalmente ou não) sua energia pra ela somado ao seu tempo de existência. Egregoras poderosas podem surgir “em pouco tempo” combinando um grande número de pessoas que acreditem nela. – Minha explicação ao menos.

  3. egrégoras não podem ser criadas acidentalmente, podem ser criadas indiretamente, mas elas só poderão surgir com a intenção de muitas pessoas, ao longo de muito tempo. somente assim elas poderão desvirtuar o tempo e o espaço para criar uma força una.
    Isso tudo é uma questão de termos.
    Essa egrégora poderosa que surge em pouco tempo que você se referiu se chama forma pensamento. Além do mais, a discussão não pode ser se ela será poderosa ou não, mas sim se ela contém ou é contida.
    Comentem, por favor, estou achando interessante a discussão.

  4. acidental tem um caráter acidental tanto na adoração quanto na criação da coisa.
    Indireto é aquela criação que ocorre depois de haver a devoção. seriam as “falsas crenças” que ganham poder somente após, tornando-se verdadeiras por tabela.
    Inton, o fotamecus eu cheguei a ler em inglês e a tradução do meu brother, o beraldo, que você deve conhecer. Pareceu-me o fotamecus como uma forma-pensamento “open source”, parecida, senão igual uma god-form. Uma divindade, ainda mais por ser contida dentro de todos.

    Já acompanho o seu blog há algum tempo sim, pchesini. Quanto aos deuses, e quanto à qqr coisa mágica, eu adoto uma filosofia que diz que não há somente um prato com arroz e somente um prato com feijão. Vc sempre tem que misturar.
    A melhor forma de misturar e chegar à um consenso, para mim, foi adotar o Spare, que fala dos deuses quase que somente como partes do seu subconsciente com uma filosofia pagã master, que os deuses são cousas superiores que nos mandam.
    Quando lermos as duas filosofias e virmos a mesma coisa, acredito que estaremos próximos à um entendimento disso.

    Mas voltando à egrégoras, acredito que a divergência seja apenas terminológica e, regressando à primeira frase do Duende, percebemos que na prática os nomes não importam tanto. Ainda sim, convido à todos para nos aprofundarmos nesta discussão, seja ela apenas teórica ou prática.
    meu msn é: mhurilo_hecate@hotmail.com

    Comentem! Abç.

  5. Ola amiguinhos e amiguinha ^^

    Vejam só:
    Caindo numa questão semântica:

    a diferente de b.

    “não-a” continua diferente de “b”

    “não-intencional” diferente de “acidental”. ou teria usado o termo de uma vez.

    Caindo numa questão Cartesiana: (e colocando um pequeno spoiler de posts futuros)

    Tentamos limitar aquilo que ilimitado na tentativa de entendê-lo. Pensamos em categorias, analisamos cortamos e separamos e organizamos de uma maneira racional:

    forma pensamento >> god form >> egregora

    Mas onde estão essas categorias? Elas existiam? existem ? passaram a existir ?

    Talvez no mundo pessoal, a razão nao é menos subjetiva e pessoal do que se supõe.

    Enfim, concordo com o murilo, na prática os nomes não importam tanto…. ou at all ?.

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