Lord Ganesha

Lord Ganesha

“Please do not offer my god a peanut.”-Apu

Lord Ganesha o Removedor de Obstaculos e Deus do Conhecimento

Ao olharmos a imagem de Ganesha, semideus hindu, devemos procurar compreender a simbologia que ele representa, ou seja, a evolução do homem no caminho da divindade. Os hindus foram os que mais desenvolveram a arte do simbolismo sem o qual as estórias se transformam em absurdos sem sentido.

Segundo o mito, Ganesha é filho de Shiva (representante na trindade divina da destruição e da regeneração) e foi gerado por Parvati (sua esposa) para que ele impedisse a entrada de qualquer um dentro de sua casa, sempre que Shiva se encontrasse em meditação no Himalaia. Como esses períodos de meditação duravam milênios, quando Shiva retornou, não foi reconhecido por Ganesha que não deixou que ele entrasse em casa. Read more…

O Tempo Constitui Um Recurso Natural Valioso
Por : Carlos Cardoso Aveline

Qualquer momento é adequado para planejar com atenção o uso do tempo. É preciso, no entanto, ter a capacidade interior de observar com calma o ritmo atual das nossas atividades, para então decidir onde e como modificar a rotina e usar da melhor forma possível esse recurso limitado e de enorme valor.

“Águas passadas não movem moinho”, afirma o ditado. De fato, o tempo pode ser considerado um recurso natural em grande parte não-renovável. O uso correto do misterioso tempo ― talvez o mais valioso dos recursos naturais ― é um dos grandes desafios do cidadão em todas as épocas. Vivemos hoje sob a ditadura dos relógios, e a sensação de que o tempo é curto é quase universal nos dias atuais. Somos interrompidos a todo momento em algumas das nossas atividades. Por isso nem sempre é fácil viver profundamente ou descobrir que, como almas espirituais, teremos o tempo eterno à nossa disposição, se usarmos com alguma sabedoria o tempo miúdo de curto prazo.

 

Apesar dos obstáculos criados pela nossa própria ignorância, é provavelmente possível para cada um de nós planejar e usar o tempo de modo mais inteligente.

A solução está em definir um rumo próprio para nossas vidas e em não nos deixar levar para lá e para cá pelas pressões de curto prazo. Um dos primeiros passos talvez seja descrever por escrito, em um caderno de anotações, as metas dos próximos doze meses, ou da próxima década. O mero ato de escrever parece dar mais clareza às nossas idéias. Mas é essencial, também, fazer periodicamente uma avaliação dos resultados obtidos, revisando e atualizando as metas a partir dos fatos novos e da experiência adquirida. Planejamentos eficientes são flexíveis e abertos às possibilidades do futuro, incluindo as agradáveis e as não-agradáveis.

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O II Simpósio Brasileiro de Hermetismo e Ciências Ocultas, que será realizado nos dias 23, 24 e 25 de junho de 2011(corre ainda dá pra garantir sua vaga), tem por objetivo trazer estudos mais aprofundados à Ciência Hermética. Com apoio da Associação Educacional Sirius-Gaia e do Projeto Mayhem, o evento tem como tema geral a discussão sobre as práticas ocultistas.

A Programação deste ano será composta de Palestras e Workshops com alguns dos mais importantes estudiosos de Hermetismo, Ordens Iniciáticas e Magia no Brasil.

PROGRAMAÇÃO:
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—É exatamente disso que eu estou falando.

—Obrigado — disse Arthur, sentando—se novamente. — O quê?

—Engenharia reversa temporal.

Arthur colocou as mãos na cabeça e balançou—a lentamente de um lado para o outro.

—Existe alguma maneira humana — gemeu ele — de te impedir de me explicar o que é essa sei-lá-o-quê reversa temporal de merda?

—Não — respondeu Ford —, porque a sua filha está presa bem no meio dela e isso é sério, mortalmente sério.

Trovões soaram em meio à pausa.

—Está bem — disse Arthur. — Pode explicar.

—Eu me joguei da janela de um arranha-céu. Aquilo alegrou Arthur.

—Ah! — exclamou ele. — Por que você não faz isso de novo?

—Eu fiz.

—Humm — fez Arthur, desapontado. — Obviamente, não deu em nada.

—Da primeira vez, consegui me salvar graças a mais impressionante — e eu digo isso com toda a modéstia — e fantástica combinação de improviso, agilidade, contorcionismo e auto-sacrifício.

—E qual foi o auto-sacrifício?

—Eu me desfiz da metade de um par de sapatos muito queridos e, creio eu, insubstituíveis.

—E por que isso foi um auto-sacrifício?

—Por que eram meus! — respondeu Ford, amuado.

—Acho que temos valores muito diferentes.

—Sim, os meus são melhores.

—Melhores de acordo com a sua… ah, deixa pra lá. Então, tendo conseguido se salvar de maneira muito engenhosa da primeira vez, você usou de toda a sua sensatez e pulou novamente. Por favor não me diga o porquê. Só me conte o que aconteceu, se necessário.

—Caí direto na cabine aberta de um carro a jato que estava passando, cujo piloto havia acabado de apertar acidentalmente o botão de ejetar, quando, na verdade, queria apenas trocar de música no rádio. Ora, nem mesmo eu conseguiria pensar que isso foi uma grande sacação minha. Read more…

Escrito e mantido por Fenwick Rysen, traduzido por Andreas Noleto, revisado por Chaos Baby e editorado por Duende.
Se você tem alguma questão não respondida no FAQ, idéias para serem desenvolvidas, ou correções para serem feitas, por favor, o contate pelo fenwick@chaosmatrix.com
Este FAQ ou pelo menos seu ultimo release está disponível na net no:
http://www.chaosmatrix.com/lib/chaos/texts/obfaq.html
Um agradecimento especial à aqueles que ajudaram-me a aprender Barbárico Ouraniano e responderam as minhas populosas perguntas, e aqueles que ajudaram a contribuir com o FAQ. Eles são, sem nenhuma ordem particular: Fireclown, Joseph Maxx.555, Hine Nui Te Po, Tzimon Yliaster, Peter Carroll, Chaos Baby, Andreas Noleto, Duende e vários outros que permanecem anônimos. Isto não seria possível sem a ajuda deles.

Este documento Copywronged (x) 1998-2000 by Fenwick Rysen. Sinta-se Livre para copiar, hackear, deformar, mexer, torcer, rasgar, repostar ou imprimir quantas malditas copias você quiser, e entregar elas pra qual desgraçado que quiser, contanto que mantenha este aviso de copywrong intacto.
As respostas das questões neste FAQ não são impositivas, e as pessoas são encorajadas, assim como em tudo, a pegarem o que quiserem e descartar o resto.

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I    ORIGENS
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1.1 O que é o Ourano Barbárico?
1.2 O que significa a palavra Ourano?
1.3 Por que é chamado de Ourano “Barbárico”?
1.4 De onde vem o Ourano Barbárico?
1.5 Qual a origem dos Dicionários de Ourano Barbárico na net?

II GRAMÁTICA E SINTAXE
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2.0 Resumo de Ourano Barbárico segundo a IOT-Sul América
2.1 O Ourano Barbárico tem uma sintaxe padrão?
2.2 Porque a palavra para “Eu” e “Nós” é a mesma?
2.3 Porque todos os verbos são na forma de “fazer”?
2.4 Como faço para transformar substantivos Ouranos em verbos,
adjetivos, advérbios e vice versa?

2.5 O que significa o “T+” e “T-” que vem com algumas palavras?
2.6 Porque palavras Ouranas são sempre maiúsculas?
2.7 Como se pronunciam algumas dessas palavras?

III MISCELLANIA
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3.1 Como se criam novas palavras em Ourano Barbárico?
3.2 Onde posso obter um dicionário de Ourano Barbárico?
3.3 O que devo fazer com as novas palavras Ouranas que eu criar?
3.4 O que significa usar o Ourano como o “Alfabeto do Desejo”?
3.5 As palavras em “Masses of Chaos”, livro de Peter Carroll, são em Ourano?
3.6 Existem outras línguas bárbaras por aí?
3.7 Quais outros recursos em Ourano podem ser encontrados pela net?
3.8 Existe uma Gematria para o Ourano Barbárico?
3.9 Qual é a relação entre o Ourano Barbárico e o Censor Psíquico?
3.10 Há algum “Alfabeto Ourano” com suas próprias letras?

IV UPDATE HISTORY
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4.1 Atualizações do Dicionário
4.2 Mudanças do FAQ

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Modelos da Magia Por frater U.’.D.’.

Enquanto explorava as possibilidades de novas e mais eficientes técnicas de magia me atentei ao fato de que uma visão estruturalista da história da magia até a atualidade pode ser útil. Até porque, magistas desde sempre tem aspirado em redefinir a teoria e prática da magia para termos que se enquadrem a linguagem de seus tempos, ou seja, diferentes modelos que se enquadrem na visão atual do mundo.

Ainda existe, entretanto, um risco envolvido em tal abordagem: modelos não explicam realmente nada, eles são apenas ilustrações dos processos, mesmo que bastante úteis. E ainda, super-sistematização tende a ofuscar mais do que clarear e não se deve confundir o mapa com a paisagem, uma falácia que muitos kaballistas parecem ser propensos a cometer.

Logo, os próximos cinco (ou melhor dizendo: quatro mais um) modelos de magia devem ser vistos como meios de entendimento das possibilidades praticas de vários sistemas mágicos ao invés de teorias definitivas ou explicações(NT: ao pé da letra) de como a magia funciona.

Mostrou-se efetivo em prática ver a magia nas seguintes categorias:

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No meu post anterior eu havia colocado algumas coisas referentes às energias do verão dentro de um paradigma pagão, os trabalhos feitos para crescimento, prosperidade, amor, cura e divinação nessa época tem um efeito muito benéfico e rápido justamente por causa dessa energia natural da estação.

Hoje eu tive um sonho com um amigo onde eu encontrava um grimório e fazia magia evocando uma entidade desse grimório. A sincronicidade foi que esse mesmo amigo assim que eu entrei no msn me passou o link do trabalho magicko da Teia da Prosperidade. Logo que vi o trabalho e como ele funcionaria prontifiquei a fazê-lo e também de fazer com que essa teia não fosse restringida pela língua inglesa, dando assim a oportunidade e minha energia, para que ela possa crescer em nível nacional, traduzindo toda a explicação dada no fórum sobre como participar da teia e os simbolismos usados.

Qualquer um que esteja interessado pode fazer e ainda pode partilhar de seu resultado ou técnica usada na comunidade da Ellis em língua portuguesa no orkut ou mesmo nos comentários desse blog. Toda pessoa que quiser pode também espalhar esse post bem como a tradução para qualquer pessoa que conheça ou que esteja interessada em participar da teia. Tanto a tradução, quanto o símbolo usado estão abaixo:

Prosperity Web

Teia da Prosperidade

Retirado do link: http://deathbylollipop.com/forum/index.php?topic=1621.0#msg9535
Adaptação livre para o português por Chaos Baby
Originalmente postado em: http://realidadedemitida.blogspot.com/2010/12/teia-da-prosperidade.html

A idéia: Criar uma “teia” de energia programada pelos participantes. O foco da teia é Prosperidade.

Como fazer esse trabalho?

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Continuando com a série Douglas Adams explica: magia.

O novo guia introduz o conceito de Engenharia Reversa, puxando um pouco a sardinha pro lado dele:

[...]

O pássaro- Guia não respondeu de imediato. Abriu as asas e, com uma graça sem esforço, ergueu-se no ar e voou para a chuva, que estava enfraquecendo novamente.

Planou em êxtase sobre o céu noturno; luzes piscaram à sua volta e dimensões trepidavam com sua passagem. Mergulhou, girou, subiu novamente, tornou a girar e, finalmente, aquietou—se bem próximo do rosto de Random, batendo as asas lenta e silenciosamente. Continuou a falar com ela.

—Seu universo é vasto para você. Vasto em tempo, vasto em espaço. Isso se deve aos filtros através dos quais você o percebe. Mas eu Read more…

Série: Douglas Adams Explica: como magia funciona

PARTE 1 – BEM VINDO AO DESERTO DO REAL

Não existe hócus pócus, tudo funciona através de Engenharia Reversa.

[...]

—Bem, na verdade eu estava recuando no tempo, sim. Humm. Bem, acho que já resolvemos isso. Se você quiser saber, posso lhe contar que no seu universo é possível se movimentar livremente nas três dimensões que vocês chamam de espaço. Vocês se movem em linha reta numa quarta dimensão, a que chamam de tempo, e ficam estáticos em uma quinta, que é a primeira fundamental da probabilidade. Depois disso, a coisa fica um pouco complicada e acontece virtualmente de tudo nas dimensões treze à vinte e dois, nem queira saber. Tudo o que você precisa saber por enquanto é que o universo é muito mais complicado do que você pode imaginar, mesmo se você já imagina que ele é complicado pra cacete, para começar. Posso evitar palavras como “cacete”, se isso te ofender.

—Pode falar o que quiser.

—Está bem.

—Que diabos é você? — perguntou Random.

—Eu sou o Guia. No seu universo, sou o seu Guia. Na verdade, habito o que é tecnicamente conhecido como a Mistureba Generalizada de Todas as Coisas, que significa… bom, é melhor te mostrar. Read more…

Invocação

Tratemos mais a fundo sobre a belíssima magia octarina, que compreende principalmente a magia do caos – aquele sistema desenvolvido por Peter J. Caroll, Austin Osman Spare e alguns nomes atuais cujas propostas ousadas e inovadoras mostraram-se notáveis.
É difícil escolher um caminho, então por que não construir sua própria estrada, colorindo-a conforme seu digníssimo senso estético? Analisemos em primeiro lugar as dificuldades.
É difícil praticar a magia cinza na vida mundana, pois o ideal seria retirar-se para as florestas, morar numa cabana afastada, com os índios ou qualquer coisa parecida com isso. Digamos que seria um incentivo altamente desejável.
No caso da magia vermelha, o ambiente ideal de meditação seria um mosteiro ou eremitério. Isso também ocorre em relação à via branca que exige um ambiente isolado para purificação. A vida mundana costuma contaminar essas linhas, isso é fato. Afinal, como atingir o equilíbrio perfeito com a natureza (mundo animal, vegetal, mineral) a ponto de fundir-se a ela, abandonar todo tipo de desejos e prazeres ou tornar-se imensamente bom num ambiente tão hostil e tentador? Não estou dizendo que ter prazeres e ter uma vida normal seja “ruim” ou “mau”; é que simplesmente distrai; muito!
Portanto, existem duas linhas da magia que são ideais a vida moderna: magia negra e magia do caos. A magia negra lida com manipulação psicológica, numa espécie de alteração de personalidade auto induzida e trabalha com áreas perigosas e assombrosas. Ainda assim, esse mago vai enfrentar certos problemas de integração social, dificuldade de se relacionar com pessoas (caso não adapte constantemente sua personalidade forte para um convívio social razoável) e sem contar certas quebras de lei e regras morais, devido a sua postura bastante heterodoxa em relação ao bem e ao mal.
Sendo assim, resta ao magista as seguintes opções:
1 – Adaptar-se para seguir uma das três linhas de forma medíocre ou incompleta (verde, vermelha e branca) devido às limitações que a vida diária impõe. Se não fizer isso, resta morar num mosteiro, eremitério, floresta ou cabana no alto de uma montanha, com sua horta particular.
2 – Seguir uma magia negra bem moderada e leve, sem sacrifícios, sem destruições fortes, sem enlouquecimento psicológico. Se não fizer isso, você corre o risco de ser preso ou viver num inferno cercado de inimigos e ódio.
3 – Seguir a magia octarina!
A magia octarina é uma via interessante para o mundo moderno. Um ponto extremamente positivo em relação a essa magia é usar a crença como ferramenta – a famosa oração científica, invocação de personagens de jogos e derivados – pois muitos olham com ceticismo a existência da alma, de Deus ou até mesmo da própria magia! Mas aqui você pode partir do princípio de que nada disso existe, que talvez nem você exista. Ou você mesmo pode criar isso tudo; se tudo existe ou nada existe de verdade não importa! Magia é manipular o aspecto mental, o psicológico. Todas as linhas giram em torno disso. Na magia do caos não é diferente. Basta usar os elementos externos para atingir o estado que os caoístas chamam de gnose – alfa para os wiccanos, samadhi para os budistas, ora, nomes não importam aqui – e fazer as coisas acontecerem.
Duas populares ferramentas na chaos magick são os sigilos e servidores. Read more…

Recent Comments
  • Fausto Saglauskas Dias: Muito interessante o texto. Me lembrou de Ken Wilber e sua afirmação de que é necessário...
  • mari: quero ir na india e ter conhecimentos espirituais
  • hupe: AUM!
  • Andreas Noleto: Matéria, “Como a linguagem modela o pensamento”: http://www.deldebbio.com.br...
  • Andreas Noleto: Tem um errinho na sessão “2.3″. ele incentiva a procurar saber sobre...
  • RenatoBueno: “Sou onisciente e onipotente, extremamente vaidoso e, o melhor, venho em uma embalagem prática e...
  • Neo: Alguns reclamam que somos aprisionados.. mas como seria nossa vida sem essa certeza das coisas que o maléfico...
  • bezerrath: Isso me lembra os exercícios do livro “Praticando o poder do Agora” – Eckhart Tolle
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