O Mago

Hailsa

Pois bem, eu ia deixar pra postar isso outro dia, porém acho que o Louco e o Mago deveriam estar juntos, portanto farei-o hoje também.   :).

No episódio passado fomos colocados perante a verdade-mor do blog: Magia é energia trabalhada (talvez não seja redundante o complemento: trabalhada pela vontade).

Em uma versão simplificada a proposta é que: esteja você em seu robe negro cercado de velas e sigilos, pelado dançando no meio da floresta ou meditando com os monges do Tibete, a atividade realizada é a mesma: energias estão sendo manipuladas e direcionadas para o determinado fim.

Há quem possa dizer que existe uma falsa implicação nestas palavras: que a cerimônia (em sentido estrito ou não) é apenas uma muleta psicológica na realização do ato mágico.  Bem meu querido amigo, a implicação não é falsa, e é isso mesmo o que estou dizendo.

Sob o ponto de vista técnico nada disso é necessário, uma vez que o magista consiga se concentrar (e por conseqüência colocar-se dentro do mindset apropriado para realização de sua operação) e direcionar a energia.

Em termos bíblicos, consideremos a magia um grande mar:

Durante o tempo vários caminhos por ele foram abertos, rotas navegáveis traçadas, passadas, aprimoradas e etc.

Porém magista, não tenha medo, arme-se de tua vontade e separe as águas em sua frente: crie o seu próprio caminho. (e você nem precisa de um cajado).

Wassail.

(PS: acho que finalmente entendi como se edita textos nesta coisa !  100 pontos para todos !).