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Não pratique o mal, mas não aceite desaforos- Uma filosofia simples

Durante a maior parte da minha vida, tenho inconscientemente cumprido um mandamento não escrito. Um que é simples compreender, muitas vezes difícil de aplicar, mas sempre gratificante a longo prazo, se seguido a risca.

Esta filosofia simples é bem parecida com a lei da reciprocidade, popularmente conhecida como Regra de Ouro:

A regra de ouro pode ser encontrada em incontáveis tradições e filosofias pelo mundo.

Estas tradições datam de milhares e milhares de anos, em lugares como antigo Egito, China, Grécia, Roma, Pérsia, entre outros.

As implicações são magnificas de serem contempladas; Apesar de serem separadas geograficamente, a humanidade compartilha uma ética e ideologia comum. Além de estarem separadas por milhares de anos que foram canonizados pela guerra, o desejo de viver em paz continua inalterado.

Embora eu tenha o máximo respeito e admiração pela regra de ouro, ela ainda permanece incompleta porque não aborda um tópico imperativo: como lidar com aqueles que violam inconscientemente sua doutrina.

Não pratique o mal, mas não aceite desaforos.

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Conto Zen: Apego

Um dia morreu o guardião de um mosteiro Zen. Para decidir quem seria a nova sentinela, o mestre convocou os discípulos e disse:

O primeiro que conseguir resolver o problema que eu vou apresentar assumirá o posto.

Então, numa mesa que estava no centro da sala, colocou um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza. E disse apenas:

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Japamala Manual

Japamala Manual

Para quem não tem o japamala, tradicional cordão budista com 108 contas. Um método para contar mantras sem a necessidade de nada além das próprias mãos: Sua mão direita será a contagem curta (marcada com números) E a mão esquerda…

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Kalama Sutra

Koan "Tenhais confiança não no mestre, mas no ensinamento. Tenhais confiança não no ensinamento, mas no espírito das palavras. Tenhais confiança não na teoria, mas na experiência. Não creiais em algo simplesmente porque vós ouvistes. Não creiais nas tradições simplesmente…

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Apenas Feche A Boca

Apenas feche a boca

“A boca é realmente muito, muito significativa, porque é onde a primeira actividade começou: seus lábios começaram a primeira actividade. Ao redor da área da boca está o princípio de toda actividade: você respirou, você chorou, você abocanhou os seios da mãe. E sua boca permanece sempre em plena actividade.

Sempre que você se acomoda para meditar, sempre que quiser ficar em silêncio, a primeira coisa é fechar a boca completamente. Se você fechar completamente a boca, a sua língua irá tocar o céu da sua boca; ambos os lábios estarão completamente fechados e a língua tocará o céu da boca. Feche-a totalmente; mas isso só pode ser feito se tiver seguido tudo que lhe tenho dito, não antes disso.

Você pode fazer isso; fechar a boca não é um esforço muito grande. Pode sentar-se como uma estátua, com a boca completamente fechada, mas isso não irá cessar a actividade. Bem lá dentro o pensar irá continuar e se o pensar continuar você pode sentir vibrações subtis nos lábios.

Outras pessoas podem não ser capazes de perceber isso porque elas são muito subtis, mas se você estiver pensando seus lábios tremem um pouco; um tremor muito subtil.

Quando realmente relaxa, esse tremor cessa. Você não está falando, você não está realizando qualquer actividade dentro de si. E assim, não pense.

O que irá fazer? – pensamentos estão indo e vindo. Deixe-os vir e ir; esse não é o problema. Você não se envolve; você permanece separado, à parte. Ssimplesmente os observa vindo e indo; eles não são seu problema. Feche a boca e permaneça em silêncio. Pouco a pouco, os pensamentos cessarão automaticamente.

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