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duende@divagacoes.org

RMdP – Ritual Menor do Pentagrama

Pra executarmos um trabalho de magia cabalística, primeiro se faz necessário compreendermos um pouco mais sobre a Árvore da Vida.

Verificamos que há um diagrama atribuindo as 10 Sephiroth à figura de um homem. Acima da cabeça, formando uma coroa está Kether, que representa o espírito divino, e aos pés está Malkuth. Aos ombros direito e esquerdo são atribuídos Gevurah e Gedulah, Marte e Júpiter, Poder e Majestade. Na configuração cabalística, Kether está em correspondência com a Mônada, a dinâmica e essencial individualidade de um homem, o espírito que procura experiência através da encarnação aqui na terra.

É altamente significativo o fato dessa Sephirah ou potência ser colocada acima da cabeça e não dentro do cérebro ou no centro do coração, pois Kether é a luz do espírito que brilha sempre sobre as trevas abaixo. Esta é uma idéia que tem paralelos também em outros sistemas. Na Teosofia por ex. é dito que a “centelha do Divino ofusca o ser visível, que tem a possibilidade de tornar-se unido àquela centelha, pois que o Espírito superior não está no homem, mas acima dele”.

Todo processo místico e mágico tem por objetivo purificar o homem, de modo que a centelha ou Espírito, que normalmente apenas nos ofusca, possa descer para um veículo purificado e consagrado.

Segundo a tradição esotérica, a execução do Ritual Menor do Pentagrama, ou RMdP,  tem como objetivo, primeiro, invocar os poderes do Espírito/Centelha como fonte constante de vigilância e orientação, promovendo o contato com as forças divinas tranzendo-as para dentro de si. Segundo, proteção e limpeza, pois ao invocar os poderes divinos e trazê-los para sua esfera mágica, esses poderes eliminam todos os tipos de pensamentos obsedantes e perturbadores.

Este ritual deve ser usado sempre, diariamente para centrar –se você chegou aqui via google deveria fazer 2 vezes ao dia, de manhã e de noite… até pegar o jeito…– ,

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O Carro

Ave Caesar!

 Como vão todos, ó meus colegas tecelões ?

 Espero que fazendo coisas produtivas, ou apenas curtindo a vida…. tanto faz, really.

 Os livros sibilinos profetizaram que hoje falaríamos sobre os antigos rituais egípcios e, portanto, não os decepcionemos: hoje é dia rave.

 Retomando posts anteriores, começamos por aprender a sentir nossa energia, caminhamos em utilizá-la, trabalhamos com energias “semi-estaticas” de locais, consideramos – ainda que brevemente – as energias de uma egregora, e agora a proposta é canalizarmos um verdadeiro turbilhão.

 Nas palavras de minha grande amiga Mary Wilson: 

Experimento 2: Muito Glamour.

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