Como proteger-se de ataques psíquicos

Por E.A. Koetting
Traduzido por Duende

Olá Leitor

Eu iniciei meu caminho na Senda quando tinha por volta de 12 anos de idade. Nos últimos 20 anos pude observar que a maioria das pessoas não levam em consideração a realidade e meu lugar nela.

Uma das observações que constatei ser verdade é que durante todo o tempo que você se torna ativamente engajado no processo de aperfeiçoamento de seu Potencial Ilimitado, sua aura, sua energia, sua alma em si começa a brilhar com mais intensidade.

 Pessoas podem sentir isto e, com certeza, podem reagir a isto. A maioria das pessoas são atraídas por aqueles que brilham; Elas tem o senso instintivo que podem confiar naquela pessoa, e mais ainda, elas podem aprender com aquela pessoa.

Entretanto, existe um lado sombrio, ou negativo, por possuir um brilho radiante. A maioria das pessoas que tem experiência em ocultismo não lhe dirão isto, eles lhe dirão que se você aumentar sua ressonância energética e expandir sua aura, tudo ficará sossegado, numa boa.

Bem, eu fiz um compromisso com você, lhe dizer a verdade, não importa ela qual seja, porque vi em você seu absoluto POTENCIAL ILIMITADO, e sei que pode lidar com qualquer coisa e algo mais, uma vez que tenha a informação correta. Continuar lendo

O Julgamento

Cortem a Cabeça dela !

 

Não sei porque mas sempre acho que a Rainha de Copas deveria ter sido a Rainha de Espadas, mas enfim… o tópico hoje não é a viagem psicodélica de Alice então deixemos isso pra lá.

Hoje nos encontramos aqui há um passo da recompensa: não se preocupe em procurar o anjo com a trombeta, ouvi dizer que ele acabou de entrar na banda cover do companheiro capetovsk. 

A proposta de hoje – como talvez não poderia deixar de ser – é uma reflexão: mas diferente daquela que foi feita arcanos atrás… se uma questão foi: “estou fazendo o que penso estar fazendo?”, hoje a questão é: “Por que fiz o que fiz ou Por que deixei de fazer algo?” 

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Justiça

Serenity Now !


Após muito papear com alguns colegas, percebi que existe uma questão que deveria ser colocada e que melhor momento para fazê-lo do que sob o signo de Têmis?

Até o momento falamos sobre energia e sua manipulação, sobre concentração e a vontade.

Aproveitemos esse momento então para uma reflexão pessoal: o que você está fazendo – supondo que esteja – está fazendo realmente?

Não se trata de uma questão de ego – per se –  mas sim de sentimento: como aquilo que sentimos atrapalha a diferenciar o que queremos (ou tememos) daquilo que de fato é.

O experimento de hoje é simples, ou talvez o mais complicado: que tal encarar-se frente espelho e indagar-se: “eu estou fazendo ou estou me enganando?”

Dizem, que a respostas estão nos olhos.

Basta encará-los