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duende@divagacoes.org

Derradeiro IF! Mistureba generalizada de todas as coisas – PARTE 3


—É exatamente disso que eu estou falando.

—Obrigado — disse Arthur, sentando—se novamente. — O quê?

—Engenharia reversa temporal.

Arthur colocou as mãos na cabeça e balançou—a lentamente de um lado para o outro.

—Existe alguma maneira humana — gemeu ele — de te impedir de me explicar o que é essa sei-lá-o-quê reversa temporal de merda?

—Não — respondeu Ford —, porque a sua filha está presa bem no meio dela e isso é sério, mortalmente sério.

Trovões soaram em meio à pausa.

—Está bem — disse Arthur. — Pode explicar.

—Eu me joguei da janela de um arranha-céu. Aquilo alegrou Arthur.

—Ah! — exclamou ele. — Por que você não faz isso de novo?

—Eu fiz.

—Humm — fez Arthur, desapontado. — Obviamente, não deu em nada.

—Da primeira vez, consegui me salvar graças a mais impressionante — e eu digo isso com toda a modéstia — e fantástica combinação de improviso, agilidade, contorcionismo e auto-sacrifício.

—E qual foi o auto-sacrifício?

—Eu me desfiz da metade de um par de sapatos muito queridos e, creio eu, insubstituíveis.

—E por que isso foi um auto-sacrifício?

—Por que eram meus! — respondeu Ford, amuado.

—Acho que temos valores muito diferentes.

—Sim, os meus são melhores.

—Melhores de acordo com a sua… ah, deixa pra lá. Então, tendo conseguido se salvar de maneira muito engenhosa da primeira vez, você usou de toda a sua sensatez e pulou novamente. Por favor não me diga o porquê. Só me conte o que aconteceu, se necessário.

—Caí direto na cabine aberta de um carro a jato que estava passando, cujo piloto havia acabado de apertar acidentalmente o botão de ejetar, quando, na verdade, queria apenas trocar de música no rádio. Ora, nem mesmo eu conseguiria pensar que isso foi uma grande sacação minha.

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Ensaio- O que é Chaos Magick – Definindo CAOS

Introdução

Chaos, de acordo com o “Dicionario Inglês de Oxford” Significa:

  1. Um imenso vazio, brecha ou abismo.
  2. Uma “forma amorfa vazia” de matéria primordial, o grande profundo ou abismo dos quais o cosmos ou a ordem do universo evoluiu.

Ali estão um amontoado de definições adicionais, mas irrelevantes para essa discussão.

Quando chaos é usado em magick, ali não há lugar para com- fusão ou desordem.

Chaos é o principio criativo por traz de toda a magick. Quando um ritual mágico é executado, independente da “tradição” ou outras variáveis nos elementos da execução, energia é criada com o intuito de fazer algo acontecer. Em seu livro, ‘Sorcery as Virtual Mechanics’, Stephen Mace cita um precedente cientifico para este princípio criativo.

Eu cito:

“Para manter simples, vamos limitar nosso exemplo a somente 2 elétrons, os pontos transportadores de carga negativa. Vamos dizer que são um parte do vento solar–particulas beta, por assim dizer–transmitido a partir do sol numa velocidade de milhares de milhas por segundo. Dizer que esses 2 chegam perto o suficiente ao ponto de fazer suas cargas negativas interagirem entre si, levando-as a repelir uma a outra. Como eles podem realizar essa alteração dinâmica?”

“Segundo a eletrodinamica quântica, eles fazem trocando um photon “virtual”.
Um eletron gera-o, o outro absorve-o, e assim eles repelem-se mutuamente. O photon é “virtual” porque não pode ser visto por um observador externo, sendo totalmente contido na interação. Mas é real o suficiente, e a emissão e absorção de photons virtuais é como a interação eletromagnética funciona.”

“A questão que é relevante para nosso propósito aqui é da onde o photon aparece. Ele não sai de um eletron e aparece no outro, como um pedregulho atirado de uma pedra para outra. Os próprios elétrons são inalterados, exceto no momento da troca. Em vez disso o photon é criado no nada pela tensão da interação. De acordo com a teoria corrente, quando 2 eletróns chegam próximos um do outro suas formas de ondas interagem, ou cancelando um ou reforçando ambas, Formas de onda estão intimamente ligadas a características como a carga elétrica, e nós poderíamos esperar que a carga dos dois elétrons mudassem. Mas a carga dos elétrons não varia; é sempre 1.602 x (-19) coulombs. Entretanto os photons virtuais simplesmente aparecerem do vácuo e agem para reajustar o sistema. O stress gera-os e por sua criação o stress é resolvido”.

Austin Spare entendeu este princípio em relação a fenomenos magickos muito antes dos cientistas descobrirem photons ou iniciar experimentos na área da ciência do chaos.

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Abandonando o Impossível

Saudações Cardinais !

Nossa faz tempo que não posto aqui,  mas como ja havia dito num comentário qualquer, rs, pretendo voltar a postar em breve numa interessantíssima* série, neste importantíssimo* blog.

Antes porém, me sentindo bem humorado ultimamente, pensei em postar algo que eu realmente considero importante, e que muitas vezes já falei por aqui: ao magista cabe riscar, excluir, deletar, esvaziar a lixeira, do termo impossível de seu vocabulário.

Então vamos lá, hoje apresento: Os 5 passos para se esquecer do Impossível**

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