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O tempo e seu valor

O Tempo Constitui Um Recurso Natural Valioso
Por : Carlos Cardoso Aveline

Qualquer momento é adequado para planejar com atenção o uso do tempo. É preciso, no entanto, ter a capacidade interior de observar com calma o ritmo atual das nossas atividades, para então decidir onde e como modificar a rotina e usar da melhor forma possível esse recurso limitado e de enorme valor.

“Águas passadas não movem moinho”, afirma o ditado. De fato, o tempo pode ser considerado um recurso natural em grande parte não-renovável. O uso correto do misterioso tempo ? talvez o mais valioso dos recursos naturais ? é um dos grandes desafios do cidadão em todas as épocas. Vivemos hoje sob a ditadura dos relógios, e a sensação de que o tempo é curto é quase universal nos dias atuais. Somos interrompidos a todo momento em algumas das nossas atividades. Por isso nem sempre é fácil viver profundamente ou descobrir que, como almas espirituais, teremos o tempo eterno à nossa disposição, se usarmos com alguma sabedoria o tempo miúdo de curto prazo.

 

Apesar dos obstáculos criados pela nossa própria ignorância, é provavelmente possível para cada um de nós planejar e usar o tempo de modo mais inteligente.

A solução está em definir um rumo próprio para nossas vidas e em não nos deixar levar para lá e para cá pelas pressões de curto prazo. Um dos primeiros passos talvez seja descrever por escrito, em um caderno de anotações, as metas dos próximos doze meses, ou da próxima década. O mero ato de escrever parece dar mais clareza às nossas idéias. Mas é essencial, também, fazer periodicamente uma avaliação dos resultados obtidos, revisando e atualizando as metas a partir dos fatos novos e da experiência adquirida. Planejamentos eficientes são flexíveis e abertos às possibilidades do futuro, incluindo as agradáveis e as não-agradáveis.

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Derradeiro IF! Mistureba generalizada de todas as coisas – PARTE 3


—É exatamente disso que eu estou falando.

—Obrigado — disse Arthur, sentando—se novamente. — O quê?

—Engenharia reversa temporal.

Arthur colocou as mãos na cabeça e balançou—a lentamente de um lado para o outro.

—Existe alguma maneira humana — gemeu ele — de te impedir de me explicar o que é essa sei-lá-o-quê reversa temporal de merda?

—Não — respondeu Ford —, porque a sua filha está presa bem no meio dela e isso é sério, mortalmente sério.

Trovões soaram em meio à pausa.

—Está bem — disse Arthur. — Pode explicar.

—Eu me joguei da janela de um arranha-céu. Aquilo alegrou Arthur.

—Ah! — exclamou ele. — Por que você não faz isso de novo?

—Eu fiz.

—Humm — fez Arthur, desapontado. — Obviamente, não deu em nada.

—Da primeira vez, consegui me salvar graças a mais impressionante — e eu digo isso com toda a modéstia — e fantástica combinação de improviso, agilidade, contorcionismo e auto-sacrifício.

—E qual foi o auto-sacrifício?

—Eu me desfiz da metade de um par de sapatos muito queridos e, creio eu, insubstituíveis.

—E por que isso foi um auto-sacrifício?

—Por que eram meus! — respondeu Ford, amuado.

—Acho que temos valores muito diferentes.

—Sim, os meus são melhores.

—Melhores de acordo com a sua… ah, deixa pra lá. Então, tendo conseguido se salvar de maneira muito engenhosa da primeira vez, você usou de toda a sua sensatez e pulou novamente. Por favor não me diga o porquê. Só me conte o que aconteceu, se necessário.

—Caí direto na cabine aberta de um carro a jato que estava passando, cujo piloto havia acabado de apertar acidentalmente o botão de ejetar, quando, na verdade, queria apenas trocar de música no rádio. Ora, nem mesmo eu conseguiria pensar que isso foi uma grande sacação minha.

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Explicando A Engenharia Reversa

Explicando a engenharia reversa

Continuando com a série Douglas Adams explica: magia.

O novo guia introduz o conceito de Engenharia Reversa, puxando um pouco a sardinha pro lado dele:

[…]

O pássaro- Guia não respondeu de imediato. Abriu as asas e, com uma graça sem esforço, ergueu-se no ar e voou para a chuva, que estava enfraquecendo novamente.

Planou em êxtase sobre o céu noturno; luzes piscaram à sua volta e dimensões trepidavam com sua passagem. Mergulhou, girou, subiu novamente, tornou a girar e, finalmente, aquietou—se bem próximo do rosto de Random, batendo as asas lenta e silenciosamente. Continuou a falar com ela.

—Seu universo é vasto para você. Vasto em tempo, vasto em espaço. Isso se deve aos filtros através dos quais você o percebe. Mas eu

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Oráculos: O Jogo de Heisenberg. Pt. 3

Saudações Joviais Formas de Carbono \o/

Nos últimos dois posts desta pequena série, tratei do assunto dos oráculos e predeterminações de uma maneira teórica, abrindo algumas idéias para reflexão, e espero que meus caríssimos leitores tenham de fato ponderado a esse respeito.

Hoje, porém, gostaria de trazer algumas considerações para o campo prático, propondo a todos uma prática mágica que batizei como: “O Jogo de Heisenberg”.

* Ohhhhhhhhh *

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Oráculos: Um futuro não é o seu Destino. Pt. 1

Saudações Spokianas  _\\//

Faz tempo que não posto nada por aqui, e nem posso dizer que foi falta de tempo rs,… tempo me sobrou mas a oportunidade – e a conexão com a internet – já não me era uma comodidade neste último mês. Mas não se preocupem aqui estou para acabar com seus problemas. (hum.. acho que não é bem essa a proposta.. mas enfim, estou aqui. 🙂 ).

O Tema desta noite-tarde-manhã é um assunto que eu particularmente gosto muito, e me sinto ainda um pouco mais inspirado depois de ler a saga de Lúcifer Estrela-Da-Manhã  (Merchan: aconselho a todos procurarem por este título da Vertigo, a história começa pouco depois dos acontecimentos de Sandman estação das brumas): Futuro, Destino, Predeterminações e claro, Oráculos.

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A Estrela

 

Saudações Siderais

 

Muito, muito tempo atrás em uma galáxia muito, muito distante, tive um professor que virava para os alunos e dizia: Brilhe! Aconteça!

O Dr. Silas era um velho bem chato – que felizmente a terra já está comendo – mas um ser interessante, entre as suas pérolas estava dizer continuamente: Cada um de vocês tem uma coisa, um supercomputador tão avançando, mas tão avançando que “nem a NASA tem”, e ai ele apontava para a cabeça com aquela cara de “sim estou falando sobre o cérebro de vocês”: Sagaz…

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