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duende@divagacoes.org

Fotamecus!

Chegou agora e não sabe quem é o Fotamecus? Tenta aqui http://pt.scribd.com/doc/58673814/fotamecus-completo Com o tempo eu passo a informação dele pra cá Fonte:http://vimeo.com/31321971 Procura-se tradutores/legendadores

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F.A.Q Ourano Barbarico 3.01

Escrito e mantido por Fenwick Rysen, traduzido por Andreas Noleto, revisado por Chaos Baby e editorado por Duende.
Se você tem alguma questão não respondida no FAQ, idéias para serem desenvolvidas, ou correções para serem feitas, por favor, o contate pelo fenwick@chaosmatrix.com
Este FAQ ou pelo menos seu ultimo release está disponível na net no:
http://www.chaosmatrix.com/lib/chaos/texts/obfaq.html
Um agradecimento especial à aqueles que ajudaram-me a aprender Barbárico Ouraniano e responderam as minhas populosas perguntas, e aqueles que ajudaram a contribuir com o FAQ. Eles são, sem nenhuma ordem particular: Fireclown, Joseph Maxx.555, Hine Nui Te Po, Tzimon Yliaster, Peter Carroll, Chaos Baby, Andreas Noleto, Duende e vários outros que permanecem anônimos. Isto não seria possível sem a ajuda deles.

Este documento Copywronged (x) 1998-2000 by Fenwick Rysen. Sinta-se Livre para copiar, hackear, deformar, mexer, torcer, rasgar, repostar ou imprimir quantas malditas copias você quiser, e entregar elas pra qual desgraçado que quiser, contanto que mantenha este aviso de copywrong intacto.
As respostas das questões neste FAQ não são impositivas, e as pessoas são encorajadas, assim como em tudo, a pegarem o que quiserem e descartar o resto.

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I    ORIGENS
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1.1 O que é o Ourano Barbárico?
1.2 O que significa a palavra Ourano?
1.3 Por que é chamado de Ourano “Barbárico”?
1.4 De onde vem o Ourano Barbárico?
1.5 Qual a origem dos Dicionários de Ourano Barbárico na net?

II GRAMÁTICA E SINTAXE
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2.0 Resumo de Ourano Barbárico segundo a IOT-Sul América
2.1 O Ourano Barbárico tem uma sintaxe padrão?
2.2 Porque a palavra para “Eu” e “Nós” é a mesma?
2.3 Porque todos os verbos são na forma de “fazer”?
2.4 Como faço para transformar substantivos Ouranos em verbos,
adjetivos, advérbios e vice versa?

2.5 O que significa o “T+” e “T-” que vem com algumas palavras?
2.6 Porque palavras Ouranas são sempre maiúsculas?
2.7 Como se pronunciam algumas dessas palavras?

III MISCELLANIA
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3.1 Como se criam novas palavras em Ourano Barbárico?
3.2 Onde posso obter um dicionário de Ourano Barbárico?
3.3 O que devo fazer com as novas palavras Ouranas que eu criar?
3.4 O que significa usar o Ourano como o “Alfabeto do Desejo”?
3.5 As palavras em “Masses of Chaos”, livro de Peter Carroll, são em Ourano?
3.6 Existem outras línguas bárbaras por aí?
3.7 Quais outros recursos em Ourano podem ser encontrados pela net?
3.8 Existe uma Gematria para o Ourano Barbárico?
3.9 Qual é a relação entre o Ourano Barbárico e o Censor Psíquico?
3.10 Há algum “Alfabeto Ourano” com suas próprias letras?

IV UPDATE HISTORY
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4.1 Atualizações do Dicionário
4.2 Mudanças do FAQ

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Modelos da Magia – por Frater U.’.D.’.

Modelos da Magia Por frater U.’.D.’.

Enquanto explorava as possibilidades de novas e mais eficientes técnicas de magia me atentei ao fato de que uma visão estruturalista da história da magia até a atualidade pode ser útil. Até porque, magistas desde sempre tem aspirado em redefinir a teoria e prática da magia para termos que se enquadrem a linguagem de seus tempos, ou seja, diferentes modelos que se enquadrem na visão atual do mundo.

Ainda existe, entretanto, um risco envolvido em tal abordagem: modelos não explicam realmente nada, eles são apenas ilustrações dos processos, mesmo que bastante úteis. E ainda, super-sistematização tende a ofuscar mais do que clarear e não se deve confundir o mapa com a paisagem, uma falácia que muitos kaballistas parecem ser propensos a cometer.

Logo, os próximos cinco (ou melhor dizendo: quatro mais um) modelos de magia devem ser vistos como meios de entendimento das possibilidades praticas de vários sistemas mágicos ao invés de teorias definitivas ou explicações(NT: ao pé da letra) de como a magia funciona.

Mostrou-se efetivo em prática ver a magia nas seguintes categorias:

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Ritual Gnóstico do Pentagrama – RGP

No RGP – Ritual Gnóstico do Pentagrama –  primeiramente a intenção é a libertação e banimento de qualquer simbolismo pré-existente, afim de que o magista possa entrar em contato com o Self e assim obter o sucesso desejado em qualquer operação mágica.

Usos do RGP:

  • Para estabelecer o equilíbrio, concentração e controle antes e após rituais mais complexos.
  • Para praticar a visualização a qualquer momento.
  • Como um exorcismo preliminar de indesejáveis fenômenos mentais ou psíquicos.
  • Como um auxílio à cura, particularmente auto-cura.

Praticamente a pomada do peixe-elétrico do amazonas.

Ele se inicia com a respiração profunda e mentalização de radiâncias em cinco centros vitais de nosso corpo (relacionados completamente com os chakras). Cada radiância é acompanhada com a vibração de uma vogal e deve causar uma sensação específica no momento de sua entoação. As vogais são vibradas como mantras no momento da exalação (técnica conhecida como pranayama) Conforme descrito em sua concepção :

O corpo deve ser tocado como um instrumento musical, com cada parte ressonando de acordo com um tom.

Realizado tal processo, deve-se traçar em sentido anti-horário um pentagrama para cada um dos quatro cantos (Norte, Sul, Leste, Oeste). Ao concluí-los, deve-se novamente voltar ao início e entoar novamente as vogais.

Segue o procedimento do ritual:

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Definindo Chaos Magick

Caos não é em si mesmo, um sistema ou filosofia.  É antes uma atitude que se aplica a uma magia e filosofia, é a base para toda a magiam que é a força criativa primal. Um mago do caos aprende uma variedade de técnicas mágickas, geralmente a quantidade que ele(a) consegue ter acesso da-lhe torrent,emule, mas vê através dos sistemas e dogmas, vê a física causadora da força magicka e usa quaisquer métodos que lhe agrade. Caos não vem com um Grimório específico ou mesmo um conjunto de ética. Por esta razão, tem sido apelidado de “Caminho da mão esquerda” por alguns que optam não entender aquilo que está além do próprio caminho que escolheu. Não existe um conjunto específico de feitiços que são considerados “feitiços da magia do Caos”. Um Mago do Chaos irá utilizar os mesmos processos mágicos que outros caminhos, ou aqueles que ele(a) mesmo criar. Todo e qualquer método ou informação são válidos, a única exigência é que funcione. Dominar o papel da mente sub-consiente em operações magickas é o cerne, o núcleo da mesma, e o estado chamado de “vacuidade” por Austin Osman Spare é o caminho para este fim. Qualquer um que participou de um ritual bem sucedido experimentou certo grau de “elevação” que este estado induz.

Um entendimento dos princípios científicos por trás magia não implica necessariamente um ter um nível catedrático em física(embora isso não doeria tanto, se a atitude linear in loco que o estudante poderia estar presenciando), experiência em resultados mágicos trarão o entendimento necessário.

Está serie é voltada para o aumento do número de pessoas que perguntam, “O que é magia do caos?”. É muito básico e não pretende ser uma explicação completa de qualquer um dos elementos descutidos. Muitos dos princípios de magia devem ser auto-descobertos, minha única intenção aqui é tentar definir e trazer juntos os vários elementos associados a Magia do Caos em um conjunto inteligível. Para aqueles que desejam aprender mais sobre este assunto, tenho preparada uma lista de leitura para esta seção, entretanto, devo enfatizar que existe sempre mais fontes que uma pessoa conhece, então não se limite a esta lista. Chaos não tem limites…

Para Leitura:

  • The Book Of Pleasure por Austin Osman Spare
  • Anathema Of Zos por Austin Osman Spare
  • A Book Of Satyrs por Austin Osman Spare
  • Images and Oracles of Austin Osman Spare por Kenneth Grant
  • The Early Work of A.O.S.
    Excess Spare
    Stations In Time

Estes três ultimos são coleções disponiveis pela TOPY

Disponivel em lojas:

  • Chaos: making a new science por James Gleick
  • Turbulent Mirror por John Briggs & F. David Peat
  • Liber Null & Psychonaut por Peter J. Carroll
  • Practical Sigil Magick por Frater U.D.
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