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duende@divagacoes.org

– Thou Shall Not Pass

Existem momentos memoráveis da literatura ou do cinema – talvez de ambos – que nos ajudam a entender algumas coisas e assim, acredito que a imagem de Gandalf colaborará com o tema de hoje: Escudos Psíquicos.

Um escudo é uma proteção que levantamos – ou mantemos levantada indefinidamente? – contra forças externas: sejam ambientes, pessoas, espíritos ou qualquer coisa que possa fazer a pessoa sentir-se mal.

Hoje vou me focar mais na questão de ataques direcionados intencionalmente por parte de uma pessoa a outra, e assim chamo em suas memórias a cena de o Senhor dos Anéis*:

Está ali aquele povinho embaixo da terra, correndo que nem loucos pra se salvar do bichão de fogo com o chicotinho flamejante, ai eles cruzam a ponte e o velho amigo para, olha pra ele e levanta o cajado, e agüenta firme, até q o bichão de fogo tem o dom de cair no abismo… e no momento final… o chicotinho dele pega o pé do velho amigo e eles caem.

Muito bem, qual a lição que aprendemos, e que o Gandalf como mago nunca aprendeu? Simples: Nenhum escudo é intransponível. Quanto antes se aceite este fato, mais preparado estará para o que vier pela frente.

Um escudo, talvez como criptografia de computador, tem 1 problema: A força bruta pode resolver (num determinado X tempo com um numero Y de computadores contra o sistema) mas por outro lado existe um problema infinitamente mais simples:

Vamos supor que uma pessoa resolve vampirizar energeticamente outra. Ai supunhetamos também que a pessoa a ser vampirizada tem alguma afinidade energética e percebe o ataque ocorrendo, e para se defender ela cria um escudo em sua volta pensando: Agora estarei segura.

Mas percebamos, o escudo é uma criação de energia em volta da pessoa, uma energia que vem da própria pessoa – se o nosso vampiro está querendo sugar energia da outra, é simplesmente fácil mudar a estratégia e sugar a energia do próprio escudo.

A diferença está que ao invés da pessoa ser sugada diretamente, está se sugando a construção energética por ela estabelecida visando se proteger.

* Olhos de terror para MagoImago* : Mas Mel Dels senhor Imago! O que será de nós agora, estamos fudidos e mal pagos na mão das pessoas?

Calma calma, nada temam porque ainda existem 2 soluções interessantes: A primeira solução, talvez mais popularmente conhecida, é fazer da sua própria energia desagradável. Já mencionei anteriormente formas de carregar sua energia a passar idéias ou sentimentos (vide o exercício Muito Glamour), e aqui é mais ou menos a mesma coisa. Existe aquela idéia de concentrar-se em deixar sua energia com um aspecto podre, pesada, ruim. E a pessoa que está sugando provavelmente terá problemas em continuar sugando, e possivelmente desistirá de prosseguir.

A segunda solução é o experimento que passarei hoje:

Experimento 5: Escudos Elementais

Muito bem posto o problema que ao criar escudos estamos utilizando nossa própria energia que assim ainda pode ser sugada, a minha proposta é nós utilizarmos uma energia que não é própria na criação de escudos de modo que o atacante pode sugar sem que isso cause um prejuízo pessoal.

Para esse experimento pensei então em uma energia simples é que pode ser acessada de uma maneira prática: a energia dos 4 elementos.

Suponho que todos meus estimados leitores em algum momento de suas vidas invocaram os elementos, procuraram os elementais ou algo do tipo. A proposta então é que no momento da criação do escudo o magista invoque e se conecte com a energia de um dos elementos (ou mais dependendo da suas próprias aptidões), para servir como “combustível” do seu escudo.

Escudos elementais no entanto não devem subestimados, pois além da energia estar servindo como o “combustível” cada elemento possui formas interessantes e inusitadas para servir ao seu manipulador também como uma forma eficiente de ataques, porém este não é meu objetivo explicar.

Sugiro a todos que, como sempre não tenham medo de experimentar, tentar, errar, criar, ousem em suas idéias e divirtam-se fazendo isso.

Silfos e salamandras agradecem.

* Aos tolkienses de plantão, desculpem se não estou usando os termos apropriados, mas é mais uma questão metafórica do que exatidão ao mundo do Tolkien.

Ps: Fui informado para por o aviso que todas as atividades proporcionadas neste posts – direta ou indiretamente – devem ser feitas sobre a conta e risco do próprio magista, ou seja, como ja dizia Poncio, eu lavo as minhas mãos :P.

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