pessoas a minha volta =(
do genial Dahmer
do genial Dahmer
Porra. Sem Palavras. Vejam e depois reflitam.
acessem: Observar e Absorver
Se voltássemos ao ano de 2006, poderíamos acompanhar uma de minhas aulas no SENAI. Carteiras enfileiradas; janelas de ferro à esquerda que davam para o pátio, e uma grande janela de vidro à direita, transformando a sala num gigante aquário de alunos para quem quer que passasse nos corredores.
Era época de eleição, o assunto surgiu e o professor falava que nunca deveríamos ficar em cima do muro. Tínhamos, sempre, de tomar uma decisão, mesmo que não tivéssemos uma opinião formada sobre o assunto (se houvesse tal coisa como “opinião formada”, para começo de conversa, seríamos seres previsíveis — robôs, não seres humanos). Dizia que não deveríamos, portanto, votar nulo, ou branco, porque isso é se eximir de suas obrigações.
Novamente estamos em época de eleição. E eu, que agora sou obrigado a votar, continuo, inflexivelmente, a querer votar nulo. Read more…
O que é exatamente uma linhagem, o que é uma escola iniciática, o que é uma sociedade secreta?
Quais semelhanças e diferenças entre elas?
Este artigo tem como objetivo apresentar algumas considerações sobre esse tema.
Nossa civilização é fruto de um processo histórico, onde grupos em guerra pelo poder não tiveram receio de invadir, saquear e destruir outras culturas, assim como de destruir os grupos dissidentes dentro de seu próprio seio.
Vejam por exemplo a Igreja Católica Apostólica Romana, condenando a morte os Cátaros e Templários, entre muitos outros, porque essas irmandades, até então parte da Igreja, ameaçavam com seu modo de ser os grupos que pretendiam manter seu poder dentro da instituição.
Isto é algo que não pode ser esquecido, dentro das instituições religiosas que se tornaram meios de poder existe uma guerra entre diversas facções em busca do controle da Instituição.
Até o Budhismo, com sua filosofia ímpar em equilíbrio e paz não escapou destas contradições, como as lutas internas entre facções diferentes que aconteceram no Tibete antes deste ser cruelmente invadido pela China, que aliás está neste momento aumentando a repressão sobre os poucos mosteiros que ali ainda restam.
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por Por Gibran Khalil Gibran
E um homem disse: “Fala-nos do conhecimento de si próprio.”
E ele respondeu, dizendo:
“Vosso coração conhece em silêncio os segredos dos dias e das noites;
Mas vossos ouvidos anseiam por ouvir o que vosso coração sabe.
Desejais conhecer em palavras aquilo que sempre conhecestes em pensamento.
Quereis tocar com os dedos o corpo nu de vossos sonhos. E é bom que o desejeis.
A nascente secreta de vossa alma precisa brotar e correr, murmurando para o mar;
E o tesouro de vossas profundezas ilimitadas precisa revelar-se a vossos olhos.
Mas não useis balanças para pesar vossos tesouros desconhecidos;
E não procureis explorar as profundidades de vosso conhecimento com uma vara ou uma sonda,
Porque o Eu é um mar sem limites e sem medidas.
Não digais: ‘encontrei a verdade.’ Dizei de preferência ‘Encontrei uma verdade.’
Não digais: ‘Encontrei o caminho da alma.’ Dizei de preferência: ‘Encontrei a alma andando em meu caminho.’
Porque a alma anda por todos os caminhos.
A alma não marcha em linha reta nem cresce como um junco.
A alma desabrocha, qual um lótus de inúmeras pétalas.”
Então, um professor disse: “Fala-nos do ensino.”
E ele respondeu, dizendo:
“Homem algum poderá revelar-vos senão o que já está meio adormecido na aurora do vosso entendimento.
O mestre que caminha à sombra do templo, rodeado de discípulos, não dá de sua sabedoria, mas sim de sua fé e de sua ternura.
Se ele for verdadeiramente sábio, não vos convidará a entrar na mansão de seu saber, mas vos conduzirá antes ao limiar de vossa própria mente.
O astrônomo poderá falar-vos de sua compreensão do espaço, mas não vos poderá dar a sua compreensão.
O músico poderá cantar para vós o ritmo que existe em todo o universo, mas não vos poderá dar o ouvido que capta a melodia, nem a voz que a repete.
E o versado na ciência dos números poderá falar-vos do mundo dos pesos e das medidas, mas não vos poderá levar até lá.
Porque a visão de um homem não empresta suas asas a outro homem.
E assim como cada um de vós se mantém isolado na consciência de Deus, assim cada um deve ter sua própria compreensão de Deus e sua própria interpretação das coisas da terra.”
fonte:(livro “O profeta”)
— Agora me escute, Roland, filho de Steven. Vai me ouvir?
— Vou.
E então o homem de preto começou a falar.
O universo (disse ele) é o Grande Todo e oferece um paradoxo grande demais para ser apreendido pela mente finita. Assim como o cérebro vivo não pode conceber um cérebro não-vivo — embora possa achar que pode —, a mente finita não pode apreender o infinito.
O feto prosaico da existência do universo já desacredita, por si mesmo, o pragmático e o romântico. Houve uma época, cem gerações antes de o mundo seguir adiante, em que a humanidade atingira perícia científica e técnica suficiente para tirar algumas lascas do grande pilar de pedra da realidade. Mesmo assim, a falsa luz da ciência (o conhecimento, se você preferir) só brilhou em alguns países desenvolvidos. Nesse respeito, uma companhia (ou conluio mafioso) abria o caminho: a North Central Positronics, como ela se autodenominava. Contudo, apesar de um tremendo incremento de novos conhecimentos, as novas percepções foram notavelmente reduzidas.
— Pistoleiro, nossos muitas vezes tetravôs venceram a-doença-que-rói, que chamavam de câncer, quase venceram o envelhecimento, andaram na Lua…
— Não acredito — disse secamente o pistoleiro, O homem de preto apenas sorriu e respondeu:
— Não precisa acreditar. Mas aconteceu, li foram feitos ou descobertos dezenas de engenhos incríveis. Mas a riqueza de informação produzia pouco ou nenhum discernimento. Não se escreveram grandes odes sobre as maravilhas da inseminação artificial… ter bebes a partir do esperma congelado… ou sobre os carros que andavam graças à força que tiravam do sol. Pouca gente, se é que alguém o fez, parece ter compreendido o mais autêntico princípio da realidade: novo conhecimento conduz sempre a mistérios ainda mais espantosos. Maior conhecimento fisiológico do cérebro torna a existência da alma menos possível, ainda que mais provável pela própria natureza da pesquisa. Está entendendo? Claro que não. Você atingiu os limites de sua capacidade de compreender. Mas não faz mal… não é isso que nos interessa.
— O que é, então, que nos interessa? Read more…
Saudações Spokianas _\\//
Faz tempo que não posto nada por aqui, e nem posso dizer que foi falta de tempo rs,… tempo me sobrou mas a oportunidade – e a conexão com a internet – já não me era uma comodidade neste último mês. Mas não se preocupem aqui estou para acabar com seus problemas. (hum.. acho que não é bem essa a proposta.. mas enfim, estou aqui.
).
O Tema desta noite-tarde-manhã é um assunto que eu particularmente gosto muito, e me sinto ainda um pouco mais inspirado depois de ler a saga de Lúcifer Estrela-Da-Manhã (Merchan: aconselho a todos procurarem por este título da Vertigo, a história começa pouco depois dos acontecimentos de Sandman estação das brumas): Futuro, Destino, Predeterminações e claro, Oráculos.
Um amigo me passou esse ótimo balde de agua fria em minha cara a alguns anos, quando imaturamente pensava que não havia mais nada a fazer. Reformulou meus conceitos e como outras coisas explodiu minha cabeça!!
e você? que quê tá ai fazendo?? que tal mudar um pouco as coisas???
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Há alguns anos, um buscador aproximou-se de um Mestre da Arte Real (um verdadeiro Místico) e perguntou-lhe:
- Mestre, gostaria muito de saber por que razão os seres humanos guerreiam-se e por que não conseguem entender-se, por mais que apregoem estar buscando a Paz e o entendimento, por mais que apregoem o Amor e por mais que afirmem abominar o Ódio.
- Essa é uma pergunta muito séria. Gerações e gerações a têm feito e não conseguiram uma resposta satisfatória, por não se darem conta de que tudo é uma questão de nível evolutivo. A grande maioria da Humanidade do Planeta Terra está vivendo atualmente no nível 1. Muitos outros, no nível 2 e alguns outros no nível 3. Essa é a grande maioria. Alguns poucos já conseguiram atingir o nível 4, pouquíssimos o nível 5, raríssimos o nível 6 e somente de mil em mil anos aparece algum que atingiu o nível 7.
- Mas, Mestre, que níveis são esses?
- Não adiantaria nada explicá-los, pois além de não entender, também, logo em seguida, você os esqueceria e esqueceria também a explicação.
Assim, prefiro levá-lo numa viagem mental, para realizar uma série de experimentos e aí, então, tenho certeza, você vivenciará e saberá exatamente o que são esses níveis, cada um deles, nos seus mínimos detalhes. Read more…
Olá Todos,
Farei hoje um post fora da minha série habitual tendo em vista duas coisas que achei interessantes: o Post do duende-amigo “elogio dos idiotas” e uma “reportagem” que vi hoje, mas é de uns 3 dias atrás.
A reportagem eu achei péssima, mas de tão horrível, conseguiu me levar à algumas reflexões: Se a diferença entre o Idiota e o Sábio pode ser encontrada na percepção que se tem de sabedoria ou nos tipos de sabedoria que existem, proponho, alias Eu mesmo não proponho nada, sigo a indicação que a a diferença entre o Genio e o Louco, reside em nossa sociedade, exclusivamente no “sucesso” do primeiro.
A reportagem, cujo o link poderão encontrar no final deste post, tenta discutir a personalidade ou o caráter de Bernard Madoff. Para quem não sabe de quem eu estou falando, por favor, vamos ficar um pouquinho mais atenados ao mundo lá fora, sim? Mas em todo caso, Madoff é simplesmente o caro que “sozinho” criou uma fraude de nada menos que 64,8 bilhoes de doláres (até o momento).
Antes de descoberto seu segredo, ele era visto como um Gênio de Wall Street, Diretor (não-executivo) da NASDAQ, além de membro de varias outras “boards” importantes do EUA.
Madoff talvez seja um daqueles casos de filme retratando o sonho americano: o homem que criou-se do nada e chegou no topo do mundo (talvez pudessem contratar Antonhy Hopkins para retrata-lo em sua fase final).
Porém um dia a casa cai… e a casa do Madoff caiu levando consigo um bocado de instituições. E eis que começaram os elogios: Um psicopata, Alguem que se achava um Deus.
Mas o que realmente mudou entre o Gênio de Wall Street e o Psicopata-Egocêntrico da reportagem em questão? Talvez aqui novamente, a percepção da genialidade tenha sido alterada, de um Gênio de fundos de investimentos, passou a um Gênio criminoso – mas esse é um tipo que à sociedade não convém.
Seria então a diferença entre o Sucesso estrondoso e Falhar miseravelmente, aquilo que separa Divindades de Meros Mortais?
A lição que deixa a nós o Grande Mestre Madoff é simples, faça o que quiser fazer, mas tenha sucesso no que faz.
Reportagem sobre Madoff:
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