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duende@divagacoes.org

Deus Existe?

Saulo Zion começou a produzir uma nova série de videos do youtube(confiram que o cara é muito bom link no final do post). Nesse ele coloca a o buraco da minhoca na cabeça do povo analisando o big bang, Deus(como visto da forma monoteista da ICAR e derivados) e tudo mais. Deixando mais perguntas do que a resposta em si.

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OM SRI GANESHAYA NAMAH

Lord Ganesha

Lord Ganesha

“Please do not offer my god a peanut.”-Apu

Lord Ganesha o Removedor de Obstaculos e Deus do Conhecimento

Ao olharmos a imagem de Ganesha, semideus hindu, devemos procurar compreender a simbologia que ele representa, ou seja, a evolução do homem no caminho da divindade. Os hindus foram os que mais desenvolveram a arte do simbolismo sem o qual as estórias se transformam em absurdos sem sentido.

Segundo o mito, Ganesha é filho de Shiva (representante na trindade divina da destruição e da regeneração) e foi gerado por Parvati (sua esposa) para que ele impedisse a entrada de qualquer um dentro de sua casa, sempre que Shiva se encontrasse em meditação no Himalaia. Como esses períodos de meditação duravam milênios, quando Shiva retornou, não foi reconhecido por Ganesha que não deixou que ele entrasse em casa.

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Fotamecus!

Chegou agora e não sabe quem é o Fotamecus? Tenta aqui http://pt.scribd.com/doc/58673814/fotamecus-completo Com o tempo eu passo a informação dele pra cá Fonte:http://vimeo.com/31321971 Procura-se tradutores/legendadores

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Crônicas de Nárnia, a explicação de Aslan

– Ó  reais guerreiros,  e  também vós, gentis  senhoras,  cuja  beleza  ilumina  o  universo!  –  começou o calormano. – Sabei que sou Emeth, o  sétimo  filho  de  Harpha  Tarcaã,  da  cidade  de  Tashbaan,  situada  no Ocidente,  além  do  deserto.  Cheguei a Nárnia recentemente, junto com nove e  mais  outros  vinte  calormanos,  comandados  por  Rishda Tarcaã. Assim que  soube que deveríamos  marchar contra Nárnia, enchi-me de regozijo, pois  já ouvira falar muitas coisas sobre a vossa  terra e  grande  era  o  meu  desejo  de  encontrar-vos  em  batalha. Mas  quando  descobri  que  deveríamos  ir  disfarçados  de  mercadores  (o  que  é  um  vergonhoso  traje  para  um  guerreiro  e  filho  de  tarcaã)  e  agir  usando mentiras  e  artifícios,  então  todo  o  gozo  me  abandonou.  O  pior  foi  quando  descobri que estaríamos a serviço de um macaco.   E  quando  começaram  a  dizer  que Tash  e Aslam  eram  um  só,  então  o  mundo  se  escureceu  aos  meus olhos, pois desde criança eu servira a Tash,  e meu grande desejo era  saber mais  sobre ele,  se  possível  encontrá-lo  face  a  face.  O  nome  de  Aslam, porém, era detestável aos meus ouvidos.

–  Então,  como  vistes,  noite  após  noite  éramos  todos convocados a reunir-nos do  lado de  fora  daquela  cabana  de  palha,  e  acendia-se  a  fogueira, e o macaco  tirava da  cabana uma  coisa  de  quatro  pernas  que  eu  nunca  conseguia  ver  direito.  Aí  todos,  inclusive  os  animais,  inclinavam-se  e  prestavam  homenagem  àquilo.  Eu,  porém,  pensava:  “O  tarcaã  está  sendo  ludibriado pelo macaco, pois aquela coisa que sai  do  estábulo  não  é  Tash  nem  deus  algum.” Mas  quando,  certa  vez,  olhei  para  o  rosto  do  tarcaã,  prestando atenção a cada palavra que ele dizia ao  macaco, mudei  de  idéia,  pois  percebi  claramente  que  nem  ele  próprio  acreditava  em  tudo  aquilo.  Foi então que compreendi que ele não acreditava  em  Tash,  pois,  do  contrário,  como  ousaria  escarnecer dele?

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Isaac Asimov – A Última Pergunta

ReachForTheStarsA última pergunta foi feita pela primeira vez, meio que de brincadeira, no dia 21 de maio de 2061, quando a humanidade dava seus primeiros passos em direção à luz. A questão nasceu como resultado de uma aposta de cinco dólares movida a álcool, e aconteceu da seguinte forma…

Alexander Adell e Bertram Lupov eram dois dos fiéis assistentes de Multivac. Eles conheciam melhor do que qualquer outro ser humano o que se passava por trás das milhas e milhas da carcaça luminosa, fria e ruidosa daquele gigantesco computador. Ainda assim, os dois homens tinham apenas uma vaga noção do plano geral de circuitos que há muito haviam crescido além do ponto em que um humano solitário poderia sequer tentar entender.

Multivac ajustava-se e corrigia-se sozinho. E assim tinha de ser, pois nenhum ser humano poderia fazê-lo com velocidade suficiente, e tampouco da forma adequada. Deste modo, Adell e Lupov operavam o gigante apenas sutil e superficialmente, mas, ainda assim, tão bem quanto era humanamente possível. Eles o alimentavam com novos dados, ajustavam as perguntas de acordo com as necessidades do sistema e traduziam as respostas que lhes eram fornecidas. Os dois, assim como seus colegas, certamente tinham todo o direito de compartilhar da glória que era Multivac.

Por décadas, Multivac ajudou a projetar as naves e enredar as trajetórias que permitiram ao homem chegar à Lua, Marte e Vênus, mas para além destes planetas, os parcos recursos da Terra não foram capazes de sustentar a exploração. Fazia-se necessária uma quantidade de energia grande demais para as longas viagens. A Terra explorava suas reservas de carvão e urânio com eficiência crescente, mas havia um limite para a quantidade de ambos.

No entanto, lentamente Multivac acumulou conhecimento suficiente para responder questões mais profundas com maior fundamentação, e em 14 de maio de 2061, o que não passava de teoria tornou-se real.

A energia do sol foi capturada, convertida e utilizada diretamente em escala planetária. Toda a Terra paralisou suas usinas de carvão e fissões de urânio, girando a alavanca que conectou o planeta inteiro a uma pequena estação, de uma milha de diâmetro, orbitando a Terra à metade da distância da Lua. O mundo passou a correr através de feixes invisíveis de energia solar.

Sete dias não foram o suficiente para diminuir a glória do feito e Adell e Lupov finalmente conseguiram escapar das funções públicas e encontrar-se em segredo onde ninguém pensaria em procurá-los, nas câmaras desertas subterrâneas onde se encontravam as porções do esplendoroso corpo enterrado de Multivac. Subutilizado, descansando e processando informações com estalos preguiçosos, Multivac também havia recebido férias, e os dois apreciavam isso. A princípio, eles não tinham a intenção de incomodá-lo.

Haviam trazido uma garrafa consigo e a única preocupação de ambos era relaxar na companhia do outro e da bebida.

“É incrível quando você pára pra pensar…,” disse Adell. Seu rosto largo guardava as linhas da idade e ele agitava o seu drink vagarosamente, enquanto observava os cubos de gelo nadando desengonçados. “Toda a energia que for necessária, de graça, completamente de graça! Energia suficiente, se nós quiséssemos, para derreter toda a Terra em uma grande gota de ferro líquido, e ainda assim não sentiríamos falta da energia utilizada no processo. Toda a energia que nós poderíamos um dia precisar, para sempre e eternamente.”

Lupov movimentou a cabeça para os lados. Ele costumava fazer isso quando queria contrariar, e agora ele queria, em parte porque havia tido de carregar o gelo e os utensílios. “Eternamente não,” ele disse.

“Ah, diabos, quase eternamente. Até o sol se apagar, Bert.”

“Isso não é eternamente.”

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Walpurgis Night

Hails Unsaráim Gudam Ansjus jah Wanus!
Hails Haithnu Thiuda!
Hails Brothyro’s jah Swistar Visigoths!
Hails Vodan!
Hails Lista!
Hails Leitores!

OdinWalpurgisnacht, ou Walpurgis Night, é um festival pagão que comemora o auto-sacrifício de Odin na Yggdrasil, onde ficou enforcado por nove dias e nove noites a fim de obter os segredos das runas e dos nove mundos. Foi na nona noite que ele morreu e ressuscitou, obtendo assim a sabedoria das runas e de todo o Cosmos. Dessa forma, essa noite é comemorada no hemisfério norte em 1 de Maio, e no hemisfério sul, levando-se em conta as correspondências entre as estações do ano, é comemorada entre 31 de outubro e 1 de novembro. É realizada no auge da primavera, anunciando a chegada do verão.
De acordo com a Tradição Nórdica, as runas contém todos os segredos do Universo. São vinte e quatro símbolos de poder que resumem todas as leis que regem os nove mundos. O Deus Odin, visando adquirir esse conhecimento, sacrificou-se na Árvore do Mundo, Yggdrasil. Depois de se ferir mortalmente com a sua própria lança, chamada de Gungnir, ele se enforcou na Árvore do Mundo, ficando pendurado na mesma durante nove dias e nove noites, sem comer e nem beber, agonizando à mercê do vento e do clima frio.

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Deus(es) ecsiste(m)???

-Sobre Deuses egregoras e godforms-

Este trecho do livro da Dion dionzinha para os intimos aheuhae descreve o que são os deuses, como se originam e o que nós temos a ver com isso tudo.

[…]

Note-se que o homem primitivo não atingiu o monoteísmo numa única pernada, mas imaginou múltiplas causas, a foram necessárias muitas gerações de cultura para reduzir a multiplicidade ao Um.

11. Isso nos leva à grande questão do que poderíamos chamar de Guardião do Tesouro da Ciência Oculta – figura tremenda que defronta todo aventureiro do invisível, unindo em si as funções da esfinge a dirigindo à alma uma pergunta de cuja resposta depende seu destino. Será ela condenada a errar nos reinos da ilusão? Voltará ela aos planos da forma ou ser-lhe-á permitido passar à luz? A questão é: “Acreditas nos deuses?“. Se responder “Sim”, a alma errará nos planos da ilusão, pois os deuses não sâo pessoas reais no sentido em que entendemós a personalidade. Se responder “Não”, será expulsa, pois os deuses não são ilusões. O que deverá ela responder?

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